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Economia

A Máxima “Quanto Mais se Ganha Mais se Gasta” e o Aumento dos Impostos

O perigoso ciclo do gasto: entenda por que o aumento de impostos não resolve o déficit governamental e funciona como a “inflação de estilo de vida” do Estado

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Uma ilustração 3D conceitual e satírica. De um lado, mãos de cidadãos comuns depositando moedas de ouro brilhantes (representando os impostos) em um grande funil. O funil está diretamente conectado ao topo de um imponente prédio governamental (estilo neoclássico com colunas). No entanto, a base do prédio está cheia de buracos e rachaduras por onde o dinheiro vaza constantemente, escorrendo ralo abaixo e transformando-se em papéis esvoaçantes de burocracia e desperdício. Uma tesoura gigante (simbolizando o corte de gastos) repousa inativa e esquecida no chão, coberta por poeira. A iluminação destaca o esforço financeiro no topo e o vazamento na base. Estilo editorial moderno, limpo e crítico. Alta resolução, proporção 16:9 (820x468).

Comportamento comum, conhecido como “inflação de estilo de vida”, a máxima quanto mais se ganha mais se gasta, indica que quando há aumento na renda do indivíduo, suas despesas aumentam proporcionalmente ou até mais do que esse aumento. A consequência, logicamente, é a não formação de poupança, e um círculo vicioso de consumo.

Murray Rothbard (1916-1995), economista americano, filósofo político e principal fundador do anarcocapitalismo, desmontou, em um artigo, dez mitos econômicos. Entre eles, me chamou atenção o Mito de número 3, em que se acredita que o “aumento dos impostos é a solução para os déficits”.

Interessante como o comportamento de muitos governos se assemelha ao das pessoas nessa situação. Eliminar déficits simplesmente aumentando a receita sem manter ou até cortar as despesas, é como dar doses cada vez mais fortes de um remédio que alivia os sintomas de uma doença, mas não a cura.

A julgar pela experiência que temos no país, fica evidente que quanto mais a receita de impostos é elevada, mais os burocratas e políticos aumentam seus gastos. Não deveria ser assim, mas empiricamente constatamos que sempre é desta forma.

Aumento de impostos é a expropriação do seu ganho para beneficiar a burocracia. O estado não tem dono, não é uma empresa onde a eficiência na gestão dos recursos é a regra.

A receita é clara, óbvia e certeira: a única forma de reduzir o déficit governamental é cortar despesas, aumentando a eficiência da gestão pública. Qualquer solução fora disso, é sonho de uma noite de verão.

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