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Como Ensinar Temas Técnicos Para Uma Classe Leiga

Descomplicando o saber: estratégias práticas e empáticas para transformar temas técnicos em conhecimento acessível para estudantes de qualquer área

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Uma ilustração 3D conceitual e acolhedora sobre o ensino descomplicado. No centro, uma mesa de professor moderna com um quadro negro (ou lousa digital) ao fundo. No ar, de um lado, símbolos financeiros complexos, termos técnicos e gráficos densos flutuam. Eles passam por um prisma brilhante (ou uma grande lente de aumento) no centro da cena e se transformam, do outro lado, em ícones simples, luminosos e familiares do dia a dia (como peças de quebra-cabeça se encaixando, blocos de montar coloridos e lâmpadas acesas), simbolizando o entendimento claro. A iluminação é suave, quente e convidativa, transmitindo paciência, clareza e o momento do "aha!" no aprendizado. Estilo de arte digital moderno, vibrante e educacional. Alta resolução, proporção 16:9 (820x468)

Neste semestre fui escalado para lecionar finanças para uma turma de alunos de pedagogia. Tenho ciência de que temas técnicos para leigos e pessoas que não são da área devem ser introduzidos priorizando a didática e com exemplos práticos. É fundamental que se conecte a teoria com a realidade que os alunos vão encontrar.

Diferentemente de uma turma de finanças, em que alguns conceitos são óbvios, para esse tipo de público devemos evitar os termos técnicos, e quando usá-los, devemos deixar bem claro do que se trata.

Devemos partir do básico, utilizando parte do tempo inicial ensinando conceitos básicos, para depois ir desenvolvendo a matéria.

Outro fator fundamental é mostrar o porquê de cada conteúdo. Explicar onde aquilo pode e deve ser aplicado, e se possível relacionar com situações do dia a dia dos alunos.

A paciência é condição fundamental quando temos esse desafio. Escutar, explicar mais de uma vez, sempre que necessário, e entender que o erro faz parte do processo.

Procurar cobrir o conteúdo mais fundamental, uma vez que o que é mais profundo não se aplica a esse público, mas sim aqueles que irão seguir na área financeira. E, nas avaliações, se feitas por provas, permitir a consulta, ou, substitui-las por atividades práticas e discussões em classe.

ECONOMISTA da ABAC, MESTRE em Finanças, PROFESSOR Universitário e membro do Comitê de Estudos Econômicos da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

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