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Criação de Patrimônio: A Constância É Mais Importante Do Que A Estratégia

Esqueça as fórmulas mágicas: o segredo da construção de riqueza reside na disciplina dos aportes mensais e no tempo, não em estratégias mirabolantes

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Uma ilustração conceitual em 3D sobre crescimento financeiro consistente e de longo prazo. No centro da imagem, há uma escadaria em espiral feita de moedas de ouro e blocos de pedra que sobem em direção a um horizonte brilhante e dourado. Uma figura humana estilizada, vestindo roupas casuais de trabalho e uma mochila, está subindo os degraus de forma calma e constante. À medida que a figura sobe, a escadaria se transforma em uma bola de neve crescente feita de moedas e notas, simbolizando o efeito dos juros compostos ("bola de neve"). Na base da escada, pequenos brotos de plantas estão crescendo, tornando-se árvores fortes e cheias de moedas no topo, representando o fator tempo e crescimento orgânico. Ao fundo, desfocados, há gráficos de barras complexos e telas de celular quebradas com ícones de influenciadores e promessas de "enriquecimento rápido", que são deixados para trás pela figura que sobe a escada constante. A iluminação é quente, suave e inspiradora, com tons de dourado, verde e azul. O estilo é de arte digital moderna, limpa e profissional. Alta resolução, proporção 16:9.

Construir patrimônio a partir do zero exige, antes de tudo, disciplina. Quando falamos em aplicações financeiras, quer sejam elas em renda fixa ou variável, o que vai determinar que cheguemos ao objetivo é a constância dos aportes no produto ou nos produtos financeiros escolhidos.

Os juros compostos são a maior força do universo. Apesar de não haver provas de que Albert Einstein realmente tenha dito isso, não dá para desconsiderar que juros capitalizados são fundamentais para a formação do patrimônio.

Juros que são incorporados ao principal e depois, a próxima capitalização é realizada sobre o novo capital, e assim por diante, fazem o patrimônio crescer como uma bola de neve. Evidentemente que o tempo é fundamental nesse processo, por isso, quanto antes começamos, melhor.

Optar por estratégias milagrosas, muitas vezes indicadas por influenciadores, pode gerar expectativas e ansiedade. O melhor é a persistência e ir galgando degrau a degrau.

Ajustar os aportes à realidade é outra dica importante, pois não adianta querer aportar valores incompatíveis com o orçamento mensal, que aliás, é outa peça obrigatória para o controle das finanças. Melhor ir aportando o que é viável, e quando houver alguma sobra a mais, complementar.

Se possível utilize o débito automático, pois nesse caso muitas vezes acabamos nos acostumando e nem percebemos a saída do recurso mensal que está sendo investido.

Lembre-se: o básico bem feito é melhor do que estratégias mirabolantes que na maioria das vezes não nos levam a lugar algum.

ECONOMISTA da ABAC, MESTRE em Finanças, PROFESSOR Universitário e membro do Comitê de Estudos Econômicos da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

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